segunda-feira, 21 de junho de 2010

PM amplia blitze e prende mais por lei seca (Danuza Peixoto)

da Reportagem Local

O número de operações da Polícia Militar na capital paulista para flagrar motoristas alcoolizados -- ao contrário do que alguns pensam -- tem aumentado a cada dia, informa reportagem de Rogério Pagnan, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Motorista bêbado provoca acidente no Rio
Lei seca livra 4.800 pessoas de acidentes no Rio
PM prende 12 motoristas sob efeito de álcool em SP

Do início do ano até abril, a PM fez uma média de 661 blitze da lei seca por mês ou quase 150 a mais do que nesse mesmo período do ano passado. Com isso, a média mensal de pessoas presas por embriaguez ao volante cresceu quase 50%: passou de 51 para 75 prisões.

Também cresceu o número de pessoas autuadas por dirigir embriagadas e que perderam o direito de dirigir por 12 meses. A média mensal foi de 201 para 498 casos. Os infratores são multados em R$ 957,70.

Desde junho de 2008, quando a lei foi implantada, foram presas em média duas pessoas por dia -- 1.357 no total.

Veja o levantamento completo da operação lei seca em São Paulo:

Operação Direção Segura
Mês Testes Crimes (artigo 306 do CTB) Infrações (artigo 165 do CTB) Nº de operacões
2007
abril 295 0 50 24
maio * * * *
junho * * * *
julho * * * *
agosto 318 0 36 24
setembro 519 0 91 37
outubro 85 0 12 8
novembro 535 0 107 36
dezembro 148 0 22 7
Total 1.900 0 318 136
2008
janeiro 72 0 22 120
fevereiro 268 0 7 148
março 825 2 143 108
abril 793 0 107 120
maio 826 1 134 125
junho 384 0 35 56
Lei seca - 20 de junho de 2008
junho 591 30 56 68
julho 2.255 53 161 152
agosto 2.269 57 185 192
setembro 2.737 50 165 160
outubro 1.858 18 106 133
novembro 2.653 25 135 119
dezembro 2.716 23 125 262
Total 18.247 259 1.381 1.763
2009
janeiro 1.910 21 106 296
fevereiro 3.155 65 153 312
março 7.916 67 289 683
abril 6.098 53 256 764
maio 4.709 62 344 640
junho 4.548 67 314 524
julho 6.659 58 464 531
agosto 7.503 82 401 779
setembro 14.217 98 489 633
outubro 18.028 110 650 664
novembro 13.884 62 416 584
dezembro 17.311 55 391 608
Total 105.938 800 4.273 7.018
2010
janeiro 27.923 90 721 736
fevereiro 21.005 75 563 588
março 12.981 78 385 601
abril 13.482 55 324 720
Total 75.391 298 1.993 2.645
Fonte: Polícia Militar de SP *sem dados

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Após dois meses de lei seca, acidentes fatais têm queda de 13,6%

Em 60 dias, foram registrados 862 acidentes com mortes nas rodovias.
Segundo PRF, redução de mortes resultou em economia de R$ 48 milhões.

Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília


O número de acidentes fatais caiu 13,6% nas rodovias federais entre 20 de junho e 19 de agosto em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados divulgados nesta quarta-feira (20) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) compreendem o início da vigência da lei seca.





Segundo a PRF, foram registrados 862 acidentes com 1.091 mortes nos últimos 60 dias, contra 998 acidentes com 1.250 mortos no mesmo período do ano passado, quando a legislação sobre álcool e direção era menos rígida que a atual.



Em 3 semanas, 'lei seca' reduz mortes no trânsito de SP em 63%

A redução no número de mortes (159) resultou na economia de R$ 48 milhões para a sociedade, segundo a PRF. A conta está baseada numa fórmula desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea), que levou em conta quanto custa a perda de uma vida num acidente de trânsito considerando os custos de seguro, atendimento médico e outros critérios.

O órgão calcula que cada acidente sem vítimas custa R$ 19 mil para a sociedade. Se envolver vítimas esse custo sobe para R$ 96 mil. No caso de mortes, esse custo sobe para R$ 467 mil.



Para o inspetor Alexandre Castilho, chefe da Comunicação da PRF, é difícil ainda apontar se houve uma mudança de comportamento dos motoristas porque o tempo de vigência da lei ainda é pequeno. “É difícil dizer, mas temos uma feliz coincidência de redução de 150 mortes nas estradas federais. O aumento do número de mortes era uma tendência que foi quebrada depois da lei”, afirmou.



Mais acidentes


Apesar da redução do número de mortes nas estradas, o número de acidentes subiu do ano passado para cá. Foram 20.446 nesse período de 60 dias em 2007 contra 21.327 neste ano –aumento de 4,3%. Um dos motivos apontados pela PRF para o aumento é a melhoria das estradas, já que também foi registrado o aumento de autuações por excesso de velocidade.

O número de autuações por embriaguez nas estradas federais subiu 78%. Em 2007, entre 20 de junho e 19 de agosto, os policiais rodoviários autuaram 1.030 motoristas por estarem com álcool no sangue. Nesse mesmo período em 2008, foram 1.839.



‘Turma do contra’


Castilho alertou ainda para outra constatação: o percentual de pessoas que se recusaram a usar o bafômetro nas operações policiais se manteve inalterado. Segundo ele, isso representa que a lei não teve efeito inibidor nas pessoas. Neste ano, 18% das pessoas paradas pela PRF nesse período de 60 dias se recusaram a usar o equipamento, o
mesmo percentual do ano passado.

“O que a gente percebe é que a mesma ‘turma do contra’ que se recusava antes a usar o bafômetro sob a falsa alegação de que estaria produzindo provas contra si continua com a mesma prática. Não houve reflexos nesses números por causa da lei”, declarou.





Emergência



Desde a vigência da lei seca, os atendimentos de urgência também caíram em 17 de 26 capitais pesquisadas pelo Ministério da Saúde. A redução média foi de 11,5%.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Padre preso ao dirigir embriagado

Zero Hora

Um padre da Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, de São Paulo, foi preso ontem, em Ibiporã (PR). Ele é suspeito de ato obsceno, corrupção ativa e embriaguês ao volante.

Conforme a Polícia Militar (PM) de Ibiporã, Silvio Andrei, 40 anos, ficou nu e desceu de um Idea preto com placas de Belo Horizonte. Ele teria feito uma proposta sexual aos policiais. Logo depois, teria saído com o carro, mas foi seguido pelos PMs, que o pararam no bairro Jardim Pastor e encontraram as vestimentas do padre.

Segundo os policiais, pouco antes, ele teria abordado um menor, que fugiu. Conforme a PM, Andrei teria oferecido dinheiro para não ser levado à delegacia. Ele também teria se recusado a fazer o teste de bafômetro, mas o relatório aponta que havia bebido. O advogado de Andrei, José Adalberto Almeida da Cunha, disse que não há prova das acusações feitas pelos policiais.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Lei seca detém três motoristas por dia em SP

São Paulo - Apesar de casos recentes de embriaguez ao volante que resultaram em morte e da sensação nas ruas de que as blitze da lei seca diminuíram, a Polícia Militar (PM) autuou três pessoas por dia, em média, apenas em janeiro e fevereiro deste ano na capital, por dirigir após beber.

Foram 165 detenções, todas de pessoas flagradas dirigindo com mais álcool no corpo do que a legislação permite - e por isso vão responder a processo criminal, com pena possível de 6 meses a 3 anos. A média é maior do que a do ano passado todo, quando 800 pessoas foram detidas por dirigir após beber, ou duas por dia.

Entretanto, segundo a PM, a quantidade de pessoas que dirigem após beber vem caindo desde que a lei seca foi implementada. O número elevado de flagrantes seria decorrência do grande número de testes do bafômetro que são realizados, principalmente, nas madrugadas dos fins de semana.

Em 2009, 106 mil pessoas foram submetidas ao teste e 4% delas respondem a processo criminal. Neste ano, só em janeiro e fevereiro, foram 47,6 mil testes. O porcentual de flagrantes foi de 2,7%. Para se ter ideia, antes de a lei seca entrar em vigor, em 2007, o porcentual de bêbados, ante o número de testes feitos, era de 16,74%. O número impressiona mais ao ser levado em conta que, naquele ano, foram feitos apenas 1.900 testes e os níveis de álcool tolerados eram o dobro.

Segundo o capitão Sérgio Marques, da Polícia Militar, desde abril do ano passado a fiscalização dos motoristas é feita de forma descentralizada. Até esse período, apenas o Batalhão de Trânsito da capital fazia operações da lei seca. Após abril, todos os batalhões passaram a montar bloqueios para fiscalizar motoristas. "A meta deste ano é submetermos 250 mil pessoas ao teste", afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

* do UOL Notícias

sábado, 5 de dezembro de 2009

BEBIDAS ALCOÓLICAS








Álcool e Transito










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BEBIDAS ALCOÓLICAS

















A idéia que se faz do álcool como produto estimulante é falsa, não passa de mito. Na verdade, a sensação estimulante provocada pelo álcool, nada mais é de que a diminuição da inibição. De fato, o álcool é depressivo e a sua ação pode induzir ao sono.

A ação depressiva do álcool no cérebro e no sistema nervoso central reduz a capacidade mental e física diminuindo a habilidade para a realização de tarefas mais complexas como por exemplo conduzir um veículo.

parar.wmf (2966 bytes)Conduzir veículo é tarefa que requer habilidade e prudência, todavia, estes requisitos são facilmente anulados após o motorista ter ingerido bebida alcoólica. Grande parte dos acidentes de trânsito ocorridos no Brasil é conseqüência direta da embriaguez ao volante, isso porque muitas pessoas ainda acreditam no falso poder estimulante do álcool.
Todo condutor de veículos em estado de embriaguez, mesmo leve, compromete gravemente a sua segurança e a dos usuários da via.

COMO O ÁLCOOL É ABSORVIDO PELO ORGANISMO

Uma parcela do álcool introduzida no organismo é absorvida pela mucosa da boca. A grande maioria, porém, é absorvida pelo estômago e intestino delgado, e daí vai para a circulação sangüínea. Aproximadamente 90% do álcool é absorvido em 1 (uma) hora.

parar.wmf (2966 bytes)O processo de absorção do álcool é relativamente rápido (90% em uma hora). Porém o mesmo não ocorre com a eliminação, que demora de 6 (seis) a 8 (oito) horas e é feita através do fígado (90%), da respiração (8%) e da transpiração (2%).

VERDADES E MENTIRAS SOBRE A BEBIDA

"Vou tomar café forte." - Apesar de estimulante, o café de nada altera o estado de embriaguez.

"Vou tomar banho frio." - Água fria apenas dá a sensação de "acordar" no instante da ducha. Os efeitos do álcool, porém, permanecem inalterados.

"Vou tomar vento." - Os efeitos do álcool não se dissipam com um "ventinho". Só o passar do tempo elimina o álcool do organismo.

"Vou comer antes de beber." - Os efeitos do álcool variam de pessoa para pessoa, mas uma coisa é certa: o álcool sempre produzirá alterações em sua percepção, ainda que você esteja muito bem alimentado.

"Vou tomar um remédio." - A ciência não conseguiu produzir qualquer droga que elimine os efeitos do álcool. Nenhum comprimido, nenhuma receita milagrosa.

"Vou beber porque conheço o meu limite" - Ninguém está tão acostumado a beber a ponto de ficar livre dos efeitos do álcool. É difícil saber exatamente a hora de parar. Até porque a primeira função a ser comprometida pela bebida é a capacidade crítica.

"Vou beber esse tipo de bebida porque é mais fraca." - Não existem bebidas fracas. O que determina o estado de alcoolemia é a quantidade de álcool ingerido. Ingerir 340ml de uísque ou cachaça não faz muita diferença. O certo é que, quem bebe, diminui os reflexos e não pode de maneira alguma, dirigir.


O ÚNICO REMÉDIO É O TEMPO

As medidas citadas anteriormente apenas produzem bêbados despertos, mas tão bêbados quanto antes.


O ÁLCOOL PRODUZ EFEITOS DE MANEIRAS DIFERENTES

É comum ouvir dizer que é a ingestão do álcool em doses determinadas não altera os efeitos psicológicos. Essa afirmação todavia é falsa, pois as vezes o indivíduo ingere uma pequena dose cujo efeito é idêntico a ingestão de uma grande dosagem alcoólica.

Logo, em quantidades determinadas, o indivíduo é afetado de formas diferentes em diversas oportunidades.

Independente de algumas pessoas se tornarem mais irritadas ou alegres, em geral, quando bebem ninguém pode prever com precisão seus comportamentos.


NÍVEIS DE EMBRIAGUÊS



Pelo novo CTB, a pessoa só é considerada alcoolizada se estiver com uma taxa a partir de 0,6 gramas de álcool por litro de sangue. A nova regulamentação prevê que infratores que dirigem sob influência do alcool e expõem terceiros a riscos ou provocam acidentes de trânsito estão cometendo crime. A pena varia de 6 meses a 3 anos de prisão.


Retirado e adaptado do site da ABDETRAN

domingo, 21 de junho de 2009

Após um ano de vigência, motoristas ainda driblam fiscalização da lei seca

RICARDO SANGIOVANNI
da Folha de S.Paulo

Foi-se o primeiro ano da lei seca e, nesse tempo, diminuíram as mortes, as internações e os gastos dos hospitais com feridos em acidentes, segundo fontes oficiais e entidades de segurança do tráfego. Mas, alheia às estatísticas, nos bares a lei já deixou de ser assunto nas rodas de amigos.

O medo de ser flagrado dirigindo alcoolizado em uma blitz já não é mais aquele e, com ele, diminuiu também o pudor dos motoristas de admitir que retomaram (alguns nem sequer chegaram a perder) o costume de beber e sair dirigindo.

Em uma mesa de bar na Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo, o casal Marcos Imparato, 30, e Juliana Moraes, 24, estava apenas na segunda garrafa de cerveja. "Passei a beber com mais moderação", diz Marcos. Então vão parar por aí? "Ainda vamos beber mais duas. Ou três, quatro, cinco... Não vou sair trançando as pernas", diz.

Juliana também diz que passou a "moderar" mais no consumo de álcool depois da lei seca. Mas admite que não trocou o carro pelo táxi quando sai para a balada --além de "odiar" ter que depender de carona, ela "nunca mais viu uma blitz". "Acabou, virou lenda", diz ela, que "só nos primeiros dias" da lei se preocupou em ser parada.

Apesar da impressão dos motoristas, a Polícia Militar afirma ter intensificado as blitze neste ano em relação a 2008. Diz que o total de veículos vistoriados cresceu 15% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao segundo semestre de 2008. E que o número de multas a motoristas alcoolizados cresceu 50,5% entre esses dois períodos.

Na mesa ao lado da do casal, o administrador de empresas Vitor Patrick, 26, dividia dois baldes de cervejas com nove amigos. "Estou apreciando uma cervejinha sim. Ninguém aqui parou de beber. A pessoa tem que ter discernimento, saber quando está bem [para dirigir]", diz ele, que só vai de táxi "às vezes", quando já sai de casa sabendo que "vai beber vodka" na balada.

Em todas as oito mesas observadas pela reportagem por três horas, na quinta-feira, havia alguém que bebia mais de cinco copos de cerveja --apenas um já seria suficiente para levar à suspensão da habilitação. E em três dos quatro grupos que aceitaram dar entrevista, houve quem admitisse que iria para casa dirigindo --embora ninguém considerasse estar bebendo demais.

O que os motoristas entrevistados consideram consumo "moderado" de bebida é tido como abusivo pelo Ministério da Saúde -isto é: pelo menos quatro doses de álcool para as mulheres e cinco para os homens (uma dose equivale a um copo de cerveja).

Pesquisa do ministério mostra que o percentual da população que admite dirigir após beber abusivamente chegou a cair pela metade nos primeiros meses da lei seca. Mas, agora, essa incidência já voltou aos níveis de antes da medida (em torno dos 2%).

O índice chegou a cair para 0,9% em agosto, e se manteve na casa de 1% até outubro. Mas voltou a crescer e, em dezembro, chegou a 2,6% --o recorde num mês desde julho de 2007, quando a pesquisa começou. O patamar é considerado alto pelo Ministério da Saúde.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Ministério da Saúde atribui queda de 23% em acidentes de trânsito à lei seca

Do UOL Notícias
Em São Paulo
O número de internações provocadas por acidentes de trânsito nas capitais brasileiras reduziu de 105.904, no segundo semestre de 2007, para 81.359, no segundo semestre de 2008. O Ministério da Saúde, que divulgou os dados nesta manhã (17), atribui a queda à lei seca, que entrou em vigor em junho do ano passado.

Ao todo, foram 24.545 hospitalizações a menos, uma queda de 23% nos atendimentos às vítimas do trânsito financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já entre o primeiro e o segundo semestre de 2008, houve redução de 3.325 internações por acidentes de trânsito, uma queda de 4%.

As mortes relacionadas a acidentes de trânsito também diminuíram. No segundo semestre de 2008, foram registrados 2.723 óbitos, uma redução de 22,5% com relação aos 3.519 óbitos registrados no segundo semestre de 2007.

"A redução do número de óbitos e internações em conseqüência provocadas pelo trânsito mostra que a lei vem protegendo a vida. Medidas legislativas como o Código de Trânsito Brasileiro e a Lei Seca têm sido muito importantes para a prevenção dos acidentes de transporte terrestre, com conseqüente diminuição da morbimortalidade por essas causas", afirma, em nota divulgada, a coordenadora da área de Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

A análise levou em consideração apenas as informações das capitais brasileiras. As cidades que registraram reduções tanto de internações quanto nos óbitos foram São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Recife. Já Belo Horizonte, Belém e Teresina registram aumento.

Internações por acidentes de trânsito por região, 2007 e 2008

*

Fonte: Ministério da Saúde


UOL Celular